quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Orkut e MSN consomem 40% do tempo de navegação na web no Brasil

O tempo gasto pelos internautas brasileiros com a rede social Orkut e o MSN (mensageiro instantâneo da Microsoft) chegou a 40% do total de junho. O dado foi divulgado nesta quinta-feira (19/8) pelo vice-presidente da comScore para a América Latina, Alexander Banks, durante a conferência de mídias digitais Digital Age 2.0 2010, em São Paulo.

No mês, os brasileiros dedicaram 8,1 bilhões de minutos de navegação à rede social da Google. “É mais que a audiência de Internet de Portugal e África do Sul somados”, compara Banks.

O vínculo do Orkut com os brasileiros emergem de várias formas. Oito de cada dez visualizações de páginas do Orkut têm origem no País. “Se não fosse o Brasil, é provável que o Orkut nem existisse”, afirmou o executivo.

sábado, 14 de agosto de 2010

Ministério da Justiça propõe lei para a proteção de dados pessoais

O Ministério da Justiça deve iniciar até o fim do mês um debate público para uma nova proposta de marco regulatório para a proteção de dados pessoais no Brasil. O anúncio foi feito pela secretária de Direito Econômico do Ministério da Justiça (MJ), Mariana Tavares de Araújo, durante a abertura do seminário internacional “Desafios e Perspectivas para a Proteção de Dados Pessoais no Brasil”, que termina nesta quinta-feira (12/8) no Rio de Janeiro.

A intenção do ministério é iniciar um debate com a sociedade sobre o tema e conhecer as experiências que já foram adotadas nos outros países, nos moldes do que foi feito para elaboração da proposta do marco civil da Internet. A partir disso, o governo poderá encaminhar um projeto de lei específico para o Congresso regulamentando os limites para o uso, compilação e repasse de informações pessoais no país.

O ministério entende que há um cenário de insegurança jurídica tanto para empresas, quanto para consumidores, pelo simples fato de não existir uma legislação específica sobre o tema. O que existe hoje, segundo, explica a coordenadora-geral de Supervisão e Controle do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), Laura Schertel, são regulamentações setoriais, que não abordam de forma direta o problema da privacidade do Brasil. O assunto também é tratado de forma genérica pelo direito civil brasileiro. Países como a Argentina e o Uruguai, por exemplo, já têm legislações específicas.

Com a lei, o governo brasileiro pretende criar um marco regulatório e uma agência governamental para gerenciar o uso e a divulgação de dados como endereço pessoal, número de documento do cidadão, sua situação de crédito e até os chamados “dados sensíveis”, entre eles a opção religiosa e sexual. Hoje, muitos desses dados são fornecidos ao governo, a empresas ou sites na internet pelo cidadão e, posteriormente, utilizados sem o conhecimento dele.
Assim que ficar pronto, o texto do projeto será colocado sob consulta pública na internet, para que qualquer pessoa possa dar sugestões. A ideia é encaminhar o projeto ao Congresso Nacional até o fim deste ano.

(*) Com informações do Ministério da Justiça
 
Fonte:IDGNow

sábado, 31 de julho de 2010

quinta-feira, 29 de julho de 2010

ONG lança cartilha com dicas de uso seguro da internet para pais e filhos

O Comitê para a Democratização da Informática lançou nesta quarta-feira (28) uma nova cartilha com dicas para uma navegação segura na internet. Batizado de Guia Para o Uso Responsável da Internet 3.0, o livro pode ajudar crianças e adolescentes inclusive a não se tornarem criminosos sem saber.

A campanha prevê um guia impresso para crianças, que traz encartado um CD com os textos dirigidos a pais e professores. A publicação contém dicas, orientações, sugestões de links, vídeos, reportagens, histórias em quadrinhos e jogos que ajudam a fixar o aprendizado. O manual também está online, no site www.internetresponsavel.com.br, com áreas exclusivas para crianças, pais e professores.

Uma pesquisa divulgada por uma ONG que promove direitos humanos mostrou que 33% dos quase 2,2 mil estudantes entrevistados têm um amigo que já sofreu algum tipo de humilhação na internet.

Boa parte dos problemas ocorre porque muita gente não tem ideia do alcance da internet e não sabe se comportar no mundo virtual. Os especialistas lembram que a rede é como uma grande praça pública, com uma diferença: as informações e imagens divulgadas eletronicamente podem ser vidas por milhões de pessoas, copiadas e manipuladas - o que exige um cuidado extra.

"É como se a criança estivesse navegando em um novo espaço público, sem limite nenhum. Tem coisas boas, mas há coisas maliciosas, e conteúdos de violência que, se a criança navegar sem conhecimento dos pais, ela vai ser impactada", afirma o psicólogo Rodrigo Nejm, da SaferNet Brasil.

Click aqui e confira

Fonte: Clicrn

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Estudo: 73% dos brasileiros não reconhece sites de phishing

Pesquisa da VeriSign também revelou que pessoas entre 35 e 44 anos são mais vulneráveis.

Uma pesquisa da Opiniões de Valor, desenvolvida para VeriSign no último trimestre de 2009 com 1.006 brasileiros, revelou que 73% dos internautas correm o risco de sofrer fraudes online por não serem capazes de identificar as diferentes formas de phishing que acontecem atualmente on-line.

O estudo pediu aos entrevistados para que identificassem qual das duas imagens de um website, apresentadas lado a lado, pertencia a um site fraudulento de phishing. O sinal indicador mais ignorado foi a ortografia do site, com 73% das pessoas não conseguindo identificar os erros ortográficos que denunciariam o site de phishing.

Os outros sinais indicadores incluem inexistência do símbolo do cadeado na barra de endereço do navegador (54% enganados), solicitação de informações adicionais sobre conta (36% enganados) e URL contendo um nome de domínio numérico e não específico (33% enganados).

A investigação também fornece informações a respeito da vulnerabilidade de diferentes parcelas da população. As mulheres são 10% mais suscetíveis a serem vítimas de phishing que os homens, enquanto pessoas na região Centro-Oeste do Brasil são as menos suscetíveis a cair nas armadilhas dos fraudadores da Internet. O grupo etário mais vulnerável é o entre 35 e 44 anos, que tem 21% mais chances de ser vítima de phishing que o grupo entre 18 a 24 anos.

"O phishing continua a ser um grande desafio para as empresas online," disse Gastão Mattos, do MIS (Movimento Internet Segura). "Apenas um ataque de phishing é o suficiente para reduzir drasticamente a confiança que o público que navega na Web deposita em uma organização. Uma vez que a confiança é perdida, é muito difícil recuperá-la; e, com a concorrência a apenas um clique de distância, isso é algo que as empresas não podem permitir que aconteça.

Fonte: IPNews

Conheça o Worry-Free Business Security Services