sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Firefox pede para usuários deletarem plugin da McAfee

Fundação Mozilla alega que o complemento faz com que o navegador trave constantemente. McAfee assume o problema.


A Fundação Mozilla está recomendando a todos os usuários do Mozilla Firefox que desinstalem o plugin ScripScan, desenvolvido pela McAfee. Segundo a companhia proprietária do segundo navegador mais utilizado na web, o aplicativo pode causar problemas de segurança ou de estabilidade.
O ScripScan é parte do software VirusScan. Seu objetivo é manter a navegação na web segura, verificando constantemente códigos de script maliciosos que possam ser executados no browser. Embora funcione corretamente, o complemento tem um efeito colateral indesejado e provoca seguidos travamentos no Firefox.
Em nota oficial, a Fundação Mozilla afirma que a extensão “causa um grande volume de crashes” e recomenda sua desativação imediata. O alerta vale para os usuários das versões 14 e anteriores do plugin.
A McAfee informou, por intermédio do seu porta-voz, que a companhia tem conhecimento do problema e já está investigando o assunto. Nos fóruns da empresa, o número de reclamações acerca da falha também é grande.

Fonte: Tecmundo

Ataque DOS e DDOS

O assunto segurança de redes passou a fazer parte da ordem do dia na imprensa falada e escrita. Na pauta das conversas nos cafés e esquinas das cidades tornou-se comum falar sobre os hackers, os mais recentes ataques que deixaram inacessíveis alguns dos mais famosos web sites, e até mesmo se ouvia falar em ataques de "negação de serviço" (Denial of Service, DoS), mas afinal, o que vem a ser um ataque de "negação de serviço"?
De acordo com a definição do CERT (Computer Emergency Response Team), os ataques DoS (Denial of Service), também denominados Ataques de Negação de Serviços, consistem em tentativas de impedir que usuários legítimos utilizem determinados serviços de um computador ou de um grupo de computadores. Para isso, são aplicadas várias técnicas que podem: sobrecarregar uma rede a tal ponto em que os verdadeiros usuários não consigam utilizá-la; derrubar uma conexão entre dois ou mais computadores; fazer uma quantidade grande de requisições a um site até que os servidores deste não consigam mais ser acessados; negar acesso a um sistema ou a determinados usuários. 
É importante frisar que quando um computador/site sofre ataque DoS, ele geralmente não é invadido, mas sim sobrecarregado. Isso independe do sistema operacional utilizado.
Seguindo na mesma linha de raciocínio, os ataques Distributed Denial of Service, nada mais são do que o resultado de se conjugar os dois conceitos: negação de serviço e intrusão distribuída. Os ataques DDoS podem ser definidos como ataques DoS diferentes partindo de várias origens, disparados simultânea e coordenadamente sobre um ou mais alvos. De uma maneira simples, ataques DoS em larga escala!
Para que os ataques do tipo DDoS sejam bem sucedidos, é necessário que se tenha um número grande de computadores para que estes façam parte do ataque. Uma das melhores formas encontradas para se ter tantas máquinas foi a de inserir programas de ataque DDoS em vírus ou em softwares maliciosos. 

Pensando na segurança de sua empresa a Integrasul desenvolveu um plugin que permite monitorar e proteger hosts de atividades malicíosas, é um plugin adicional, conhecido como HIPS.
Suas funcionalidades são:
  •  Hosted Intrusion Prevention Software;
  •  Inspeção de logs;
  •  Identificação de atividades maliciosas;
  •  Bloqueio de atividades maliciosas;
  •  Alertas e relatórios de atividades maliciosas;
  •  Monitoramento de tráfego de rede;
  •  Análise de eventos suspeitos em hosts;
Monitor on-line de alertas

Alertas via-email


Relatórios de alertas


Conheça mais sobre o HIPS: http://youtu.be/43stKZvyfMQ


quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Veja como funciona a ameaça sobre a morte de Steve Jobs no Facebook

Os piratas virtuais criaram uma página do Facebook com o nome de R.I.P. Steve Jobs, na qual afirmam que a Apple planeja presentear os internautas com 50 iPads. O link encaminha os interessados no prêmio a uma página que afirma que para os internautas ganharem o prêmio da Apple devem se inscrever num serviço de SMS por um preço de 1,43 euros por mensagem. O computador não é infectado por programas nocivos, mas os dados confidenciais são utilizados pelos criminosos para aplicar golpes.

Malware utiliza anúncio no Facebook para se espalhar

Usuário que clicar na propaganda será levado a uma página onde terá a máquina infectada. Praga explora falhas, já corrigidas, no ActiveX e no Java.

A companhia de segurança Trend Micro identificou uma praga que se espalha pelo Facebook a partir de um anúncio na rede social.
“É uma infecção de cadeia. O usuário que clicar no link é levado a uma página cheia de propagandas e, daí, a outra, onde vulnerabilidades da máquina são exploradas”, relatou a empresa na última terça-feira (4/10). “Quando identificamos a conexão entre o portal infectado e o Facebook, percebemos que ele atuava junto a um aplicativo, que exibe um anúncio no site”.
Tal estratégia só é possível graças à falta de cuidado de redes publicitárias e equipes de vendas. Os criminosos, em geral, fingem vender um produto legítimo e, uma vez aceito, adicionam um malware ao portal para o qual o internauta é direcionado.
Muitas empresas foram vítimas desse golpe nos últimos anos. Não é a primeira vez a rede de Zuckerberg, porém, cai na armadilha. Da última vez, uma propaganda de um antivírus falso foi mostrada na página.
Ainda assim, a ameaça agora é a mais perigosa. Ela é explora falhas do plugin do navegador, de modo que o internauta não precisa instalar nada para ter a máquina contaminada. Uma vulnerabilidade está no ActiveX, e foi corrigida em 2006; a outra é mais recente, está no Java e removida em 2010.
Estatísticas coletadas este ano por companhias de segurança mostram que pragas do tipo costumam se aproveitar principalmente do Java, mais do que, inclusive, programas de PDF e Flash. Isso ocorre por causa da desatenção dos usuários, que se esquecem de atualizar tais softwares.
Alguns especialistas sugerem que o plug-in que gerencia códigos Java seja desativado – caso o internauta não queria se preocupar com os constantes updates – já que há poucos recursos na web que utilizam o padrão. De qualquer forma, também ressaltam a importância de deixar todos os programas – especialmente aqueles que se conectam à Internet – com as atualizações em dia, além de manter um software antivírus para verificar o tráfego entre a web e o computador.
(Lucian Constantin)
 
Fonte: idgnow

NAC - Network Access Control

É uma solução unificada de controle e gerenciamento de ameaças virtuais (UTM – Unified Threat Management) composta por 7 módulos com o objetivo de aumentar a produtividade e a segurança do uso dos recursos da tecnologia da informação. Os módulos disponíveis pelo NAC para otimizar esses recursos são os seguintes: Firewall, Webfilter, Email, Antispam, IM, Arquivos e Impressão.

Benefícios do NAC
  • Aumento da produtividade com o uso controlado da internet;
  • Otimização do uso do link de acesso a internet;
  • Garantia de segurança contra ataques e pragas virtuais;
  • Redução de custos operacionais.

Diferenciais do NAC
  • Base de usuários em serviço de diretórios LDAP e integração com o Microsoft Active Directory;
  • Interface amigável e intuitiva usando o melhor da tecnologia web 2.0 (AJAX);
  • Foco na gestão dos recursos disponibilizados através de mais de 60 gráficos e relatórios em tempo real;
  • Atualização mensal com novos recursos, gráficos e relatórios;
  • Flexibilidade na criação de controles;
  • Múltiplos administradores e auditoria das ações dos administradores;
  • Plugins de monitoramento em tempo real. 
Mais informações entre em contato pelo telefone: (54)3027-0707 ou pelo email comercial@integrasul.inf.br

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Domain Name System - DNS

Os serviços de DNS (Domain Name System - Sistema de Nomes de Domínios) da internet são, em poucas palavras, grandes bancos de dados espalhados em servidores localizados em várias partes  do mundo. Quando você digita um endereço em seu navegador, como www.integrasul.com.br, seu computador solicita aos servidores de DNS de seu provedor de internet (ou outros que você tenha especificado) que encontre o endereço IP (seja ele IPv4 ou IPv6) associado ao referido domínio. Caso estes servidores não tenham esta informação, eles se comunicam com outros que possam ter. DNS é o protocolo responsável em “traduzir” os nomes da internet em endereços no IP no qual seu computador pode conectar.
Por segurança, um domínio pode definir vários servidores DNS. O DNS primário é o primeiro sistema a ser consultado no momento da resolução do nome, caso o servidor DNS primário esteja em manutenção, o servidor DNS secundário é consultado, e assim sucessivamente. Devido ao intenso tráfego da internet e devido à segurança da rede, a estrutura do banco de dados DNS é distribuída e hierárquica. Ou seja, ao invés de um banco de dados central e único com informações de todos os domínios, a resolução ocorre consultando-se diversos servidores DNS e sua resolução é hierárquica (um servidor DNS pode apontar para outro servidor DNS e assim sucessivamente).
A hierarquia é seguida com domínios que conhecemos bastante, como .com, .net, .org, .inf, .edu, .br, e outros. Estas são chamadas de gTLDs (Generic Top Level Domains - algo como Domínios Genéricos de Primeiro Nível). Há também terminações orientadas a países, chamadas de ccTLDs (Country Code Top Level Domains - algo como Código de País para Domínios de Primeiro Nível). Por exemplo: .br para o Brasil, .ar para a Argentina, .fr para a França e assim por diante. Há combinações também, como .com.br, .org.br e .blog.br.

O servidor raiz da internet possui uma tabela que indica qual DNS será responsável pela resolução dos domínios para cada extensão de domínio (Top Level Domain) diferente.
A tabela em si é muito pequena, possui apenas uma entrada para cada Top Level Domain existente. Os Top Level Domains são de dois tipos: gTLDs (Generic Top Level Domains – domínios genéricos usados no mundo todo) e ccTLDs (Country Code Top Level Domains – extensões de domínios administrados pelos países).

DNSSEC
Neste ponto, você já sabe que os servidores de DNS têm papel importantíssimo na internet. O problema é que o DNS também pode ser "vítima" de ações maliciosas. A estrutura hierárquica de resolução de nomes, onde um DNS aponta para outro DNS, possui um problema intrínseco de segurança.
Imagine, por exemplo, que um indivíduo com grande conhecimento no assunto elaborou um esquema para conseguir capturar solicitações de resolução de nomes de clientes de um determinado provedor. Ao ter sucesso com isso, ele pode tentar direcionar um endereço falso no lugar de um site que um usuário queira visitar. Perceba o risco: se o usuário não perceber que foi direcionado para uma página falsa, poderá fornecer dados sigilosos, como número de cartão de crédito. Portanto, para dar segurança a estrutura de resolução de nomes a IETF (Internet Engineering Task Force) criou uma extensão do uso atual do DNS denominado DNSSEC.
A extensão DNSSEC autentica as informações do DNS e garante que estas informações são autênticas e íntegras. Sua adoção depende de cada Top Level Domain.


Fonte: Webinsider; Infowester; Registro .br

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Protegendo dados corporativos dentro e fora da empresa

A prevenção contra vazamento de informação há tempos é considerada um processo crítico de negócio, porém esta tarefa está se tornando cada vez mais desafiadora para as empresas, devido, dentre outros fatores, ao cenário de tecnologia que muda constantemente e ao comportamento das pessoas que acompanham a nova realidade.
No início, garantir a segurança da informação significava um pouco mais do que controlar o acesso físico ao CPD, até que a Internet mudou tudo e os recursos de informação de uma empresa passaram a ser atacados a partir de qualquer lugar do mundo. Hoje, o cenário é muito mais complexo por que estamos em uma era onde o volume de informação é gigantesco e a facilidade de acesso à tecnologia aumenta também o número de pessoas que potencialmente podem colocar as informações em risco.
A maior ameaça à sua segurança origina-se dos criminosos digitais e dos usuários internos autorizados. O roubo ou a perda acidental de dados de consumidores, de informações financeiras ou de propriedade intelectual pode gerar multas, litígios ou dano significativo à marca. A destruição de e-mails relevantes a investigações ou processos causa transtornos e prejuízos. As tecnologias como Cloud Computing, o crescente uso de e-mail, a enorme variedade de dispositivos móveis, podem permitir que a  informação flua livremente dentro e fora das redes corporativas. A proteção de dados requer uma abordagem em camada que enfrente as ameaças externas e internas aos dados armazenados, em trânsito ou em uso.
Este cenário de conectividade e portabilidade, somado à falta de conscientização dos usuários e à falta de controle ou controles inadequados nas empresas, aumenta as possibilidades e as formas de vazamento de informação. O desafio, portanto, é prover segurança considerando este cenário complexo, particularmente quando a informação não está mais na rede corporativa. Pensando nisso as empresas voltaram as atenções para soluções de Data Loss Prevention. Porem ignoram que, antes de investir em produtos, é preciso conhecer as informações críticas e desenvolver boas práticas para protegê-las, acreditando que uma solução contra vazamento de informações pode ser composta somente por ferramentas de DLP.
Para conseguir vencer esse desafio a empresa deve, primeiramente, conduzir uma avaliação de riscos para identificar todos os tipos de dados dentro de sua rede e identificar ameaças e vulnerabilidades relacionadas a estes dados, bem como identificar todos os sistemas e dispositivos onde os dados residem ou por onde eles trafegam. 
As empresas precisam entender também como o comportamento dos empregados aumenta os riscos e tomar ações para cultivar uma cultura corporativa de conscientização em segurança. Nesse momento, criar um programa de treinamento e conscientização contínuo é fundamental para familiarizar os empregados com as políticas corporativas, fazendo que, com o tempo, a prática consciente da segurança aumente dentro da empresa.  
Prevenir o vazamento de informação não é um desafio somente para a área de Segurança da Informação, mas para toda a empresa. O sucesso de um programa de DLP depende da compreensão e comprometimento por parte de todos, dos executivos aos estagiários. DLP é um processo em primeiro lugar, que precisa ser suportado por uma tecnologia robusta e estar inserido na cultura de segurança das pessoas, para ser bem sucedido.