terça-feira, 28 de setembro de 2010
Edson Salvati conquista certificação Security Officer
Edson Salvati, Diretor de P&D da Integrasul, conquistou no mês de Setembro a certificação Security Officer. O Security Officer é o executivo responsável pela segurança da informação da organização inteira, tanto física como lógica. Uma denominação mais completa para definição do executivo na organização seria CISO (Chief Information Security Officer).
Em um nível estratégico a cúpula da alta direção tem adequado o planejamento com a inclusão de normas (ISO / IEC 27001, ISO / IEC27002 etc) na organização, visando a conformidade muitas vezes necessárias para adequação às leis, como por exemplo Sarbanes-Oxley.
As funções do Security Officer é de coordenar os esforços de segurança em toda a empresa, incluindo as áreas de tecnologia da informação, recursos humanos, comunicação, jurídica, gestão de instalações e de outros grupos, e identificar iniciativas de segurança e padrões definidos para a organização.
Com esta certificação obtida por Edson, a Integrasul está capacitada para oferecer consultoria e serviços na área de segurança da informação baseadas nas normas ISO 27001:27005.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Integrasul em matéria sobre segurança na Internet
Confira abaixo a matéria realizada com a Integrasul no jornal Gazeta de Caxias sobre segurança na internet:
CADA VEZ MAIS COMUNS OS CRIMES DE SEGURANÇA NA INTERNET
Todo mundo já ouviu casos de pessoas que compraram algum produto online e tiveram seu cartão clonado, ou então e-mail e contas em redes sociais invadido. A principal causa para esses problemas é a falta de conscientização do usuário.
Por Gabriel Rodrigues
São cada vez mais comuns os crimes de segurança na internet. Esses crimes caracterizam-se por e-mails suspeitos, roubo de senha de Cartão de Crédito, e até mesmo invasão de Perfis em Redes Sociais como Twitter e Orkut. Para muitas pessoas isso não é um grande problema, mas nos dois casos, invasão de privacidade e crime virtual, ambos são crimes que têm como ser evitados.
Falsa Segurança
O Diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Integrasul, Edson Salvati, explica que “na maioria dos casos o maior problema é a falsa sensação de segurança que as pessoas têm. É muito comum liberar informações sigilosas sem pensar na repercussão que elas podem causar”.
Senhas
O Diretor Comercial, Marcelo Pacheco, diz que “devemos tomar cuidado na hora de fazer senhas. Não devemos criar senhas com nome dos filhos, nome da rua, são informações fáceis de serem decifradas”.
E-mails de Banco
“Bancos não mandam e-mail”, explica Edson. “O erro mais comum é acreditar em e-mails que falam de Certificação de Conta de Banco ou recadastramento de senha, esses e-mails não são reais. Na curiosidade as pessoas acabam clicando nos links que existem no e-mail e instalando vírus no seu computador. E isso será cada vez mais comum, já que dificilmente vamos ao Banco. Por exemplo, a cada avanço tecnológico a ideia é sempre deixar os serviços com cada vez mais mobilidade e praticidade on-line”.
Marcelo explica que “outra falha muito comum é a falta de conhecimento de segurança. Existem muitas informações públicas na internet e quem tiver acesso a essas informações pode utilizar-se em beneficio próprio”. Edson reforça a ideia de que “devemos criar uma cultura de segurança envolvendo o sistema de informática, que é armazenar, transportar e processar informações”.
Limitar o Uso
No caso de empresas, o controle da internet deve ser ainda maior, segundo Marcelo. “No momento em que ligou o PC à internet, ele está vulnerável a ataques de falha de segurança. Tudo que transporta informação está vulnerável. As empresas devem limitar o uso pessoal de recursos on-line para assim evitar a chance de contrair vírus e ataques. Além, é claro, de ter antivírus atualizados e acompanhamento de especialistas no assunto”.
Vulnerabilidade
A Integrasul é uma empresa caxiense pioneira na consultoria de segurança de informática, são desenvolvidos produtos que tem como objetivo reduzir problemas e garantir proteção e controle da vulnerabilidade do acesso à internet.
Ascensão
“Atendemos em média 150 empresas, e nos últimos anos houve um grande crescimento na procura, uma média de dois novos clientes por mês”, explica Marcelo. Para Edson, “a segurança na informática é uma área em ascensão porque as pessoas estão notando que é muito importante para o rendimento doméstico e profissional”.
CADA VEZ MAIS COMUNS OS CRIMES DE SEGURANÇA NA INTERNET
Todo mundo já ouviu casos de pessoas que compraram algum produto online e tiveram seu cartão clonado, ou então e-mail e contas em redes sociais invadido. A principal causa para esses problemas é a falta de conscientização do usuário.
Por Gabriel Rodrigues
São cada vez mais comuns os crimes de segurança na internet. Esses crimes caracterizam-se por e-mails suspeitos, roubo de senha de Cartão de Crédito, e até mesmo invasão de Perfis em Redes Sociais como Twitter e Orkut. Para muitas pessoas isso não é um grande problema, mas nos dois casos, invasão de privacidade e crime virtual, ambos são crimes que têm como ser evitados.
Falsa Segurança
O Diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Integrasul, Edson Salvati, explica que “na maioria dos casos o maior problema é a falsa sensação de segurança que as pessoas têm. É muito comum liberar informações sigilosas sem pensar na repercussão que elas podem causar”.
Senhas
O Diretor Comercial, Marcelo Pacheco, diz que “devemos tomar cuidado na hora de fazer senhas. Não devemos criar senhas com nome dos filhos, nome da rua, são informações fáceis de serem decifradas”.
E-mails de Banco
“Bancos não mandam e-mail”, explica Edson. “O erro mais comum é acreditar em e-mails que falam de Certificação de Conta de Banco ou recadastramento de senha, esses e-mails não são reais. Na curiosidade as pessoas acabam clicando nos links que existem no e-mail e instalando vírus no seu computador. E isso será cada vez mais comum, já que dificilmente vamos ao Banco. Por exemplo, a cada avanço tecnológico a ideia é sempre deixar os serviços com cada vez mais mobilidade e praticidade on-line”.
Marcelo explica que “outra falha muito comum é a falta de conhecimento de segurança. Existem muitas informações públicas na internet e quem tiver acesso a essas informações pode utilizar-se em beneficio próprio”. Edson reforça a ideia de que “devemos criar uma cultura de segurança envolvendo o sistema de informática, que é armazenar, transportar e processar informações”.
Limitar o Uso
No caso de empresas, o controle da internet deve ser ainda maior, segundo Marcelo. “No momento em que ligou o PC à internet, ele está vulnerável a ataques de falha de segurança. Tudo que transporta informação está vulnerável. As empresas devem limitar o uso pessoal de recursos on-line para assim evitar a chance de contrair vírus e ataques. Além, é claro, de ter antivírus atualizados e acompanhamento de especialistas no assunto”.
Vulnerabilidade
A Integrasul é uma empresa caxiense pioneira na consultoria de segurança de informática, são desenvolvidos produtos que tem como objetivo reduzir problemas e garantir proteção e controle da vulnerabilidade do acesso à internet.
Ascensão
“Atendemos em média 150 empresas, e nos últimos anos houve um grande crescimento na procura, uma média de dois novos clientes por mês”, explica Marcelo. Para Edson, “a segurança na informática é uma área em ascensão porque as pessoas estão notando que é muito importante para o rendimento doméstico e profissional”.
Conscientização
O principal cuidado que devemos ter, e que é o principal risco dos internautas, são as compras on-line. Marcelo explica que “Devemos comprar apenas em sites que conhecemos e que temos referência. São os sites de compra clandestinos que acabam clonando cartões ou até mesmo vendendo produtos que eles não possuem”. Edson reforça que “O melhor meio de se manter seguro usando a internet é a conscientização. Devemos saber usar bem os recursos e saber os riscos que corremos, afinal, todas as relações comerciais e financeiras passam pela rede”.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
MGA atualiza a versão do NAC
A Metalúrgica MGA, localizada em Veranópolis, já trabalha com a Integrasul há 2 anos. Recentemente, a empresa atualizou o sistema NAC para a versão 3, e o resultado não poderia ter sido melhor. “A implantação ocorreu dentro do planejamento e não tivemos nenhuma eventualidade no processo de migração das versões” afirma Vagner Giraldino Jr., analista de sistemas da empresa. “Acompanhei todo o processo e concluímos com êxito todas as tarefas propostas”.
Segundo Vagner, antes da implantação do sistema NAC na empresa, a MGA tinha uma rede interna com poucos usuários e um link pequeno para acesso a internet. Porém, com o crescimento da empresa houve a necessidade de uma ferramenta capaz de controlar e dar segurança nas informações internas. “Depois de uma busca incessante de uma ferramenta que atendesse nossa necessidade, optamos pela Integrasul e posso constatar que estamos tendo o retorno que esperávamos”.
Agora, o NAC 3 faz todo o controle de acessos e segurança pelo firewall instalado e segundo Vagner, com essa nova ferramenta o trabalho de obter a informação e administrá-la ficou mais fácil ainda.
Segundo Vagner, antes da implantação do sistema NAC na empresa, a MGA tinha uma rede interna com poucos usuários e um link pequeno para acesso a internet. Porém, com o crescimento da empresa houve a necessidade de uma ferramenta capaz de controlar e dar segurança nas informações internas. “Depois de uma busca incessante de uma ferramenta que atendesse nossa necessidade, optamos pela Integrasul e posso constatar que estamos tendo o retorno que esperávamos”.
Agora, o NAC 3 faz todo o controle de acessos e segurança pelo firewall instalado e segundo Vagner, com essa nova ferramenta o trabalho de obter a informação e administrá-la ficou mais fácil ainda.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Orkut e MSN consomem 40% do tempo de navegação na web no Brasil
O tempo gasto pelos internautas brasileiros com a rede social Orkut e o MSN (mensageiro instantâneo da Microsoft) chegou a 40% do total de junho. O dado foi divulgado nesta quinta-feira (19/8) pelo vice-presidente da comScore para a América Latina, Alexander Banks, durante a conferência de mídias digitais Digital Age 2.0 2010, em São Paulo.
No mês, os brasileiros dedicaram 8,1 bilhões de minutos de navegação à rede social da Google. “É mais que a audiência de Internet de Portugal e África do Sul somados”, compara Banks.
O vínculo do Orkut com os brasileiros emergem de várias formas. Oito de cada dez visualizações de páginas do Orkut têm origem no País. “Se não fosse o Brasil, é provável que o Orkut nem existisse”, afirmou o executivo.
No mês, os brasileiros dedicaram 8,1 bilhões de minutos de navegação à rede social da Google. “É mais que a audiência de Internet de Portugal e África do Sul somados”, compara Banks.
O vínculo do Orkut com os brasileiros emergem de várias formas. Oito de cada dez visualizações de páginas do Orkut têm origem no País. “Se não fosse o Brasil, é provável que o Orkut nem existisse”, afirmou o executivo.
sábado, 14 de agosto de 2010
Ministério da Justiça propõe lei para a proteção de dados pessoais
O Ministério da Justiça deve iniciar até o fim do mês um debate público para uma nova proposta de marco regulatório para a proteção de dados pessoais no Brasil. O anúncio foi feito pela secretária de Direito Econômico do Ministério da Justiça (MJ), Mariana Tavares de Araújo, durante a abertura do seminário internacional “Desafios e Perspectivas para a Proteção de Dados Pessoais no Brasil”, que termina nesta quinta-feira (12/8) no Rio de Janeiro.
A intenção do ministério é iniciar um debate com a sociedade sobre o tema e conhecer as experiências que já foram adotadas nos outros países, nos moldes do que foi feito para elaboração da proposta do marco civil da Internet. A partir disso, o governo poderá encaminhar um projeto de lei específico para o Congresso regulamentando os limites para o uso, compilação e repasse de informações pessoais no país.
O ministério entende que há um cenário de insegurança jurídica tanto para empresas, quanto para consumidores, pelo simples fato de não existir uma legislação específica sobre o tema. O que existe hoje, segundo, explica a coordenadora-geral de Supervisão e Controle do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), Laura Schertel, são regulamentações setoriais, que não abordam de forma direta o problema da privacidade do Brasil. O assunto também é tratado de forma genérica pelo direito civil brasileiro. Países como a Argentina e o Uruguai, por exemplo, já têm legislações específicas.
Com a lei, o governo brasileiro pretende criar um marco regulatório e uma agência governamental para gerenciar o uso e a divulgação de dados como endereço pessoal, número de documento do cidadão, sua situação de crédito e até os chamados “dados sensíveis”, entre eles a opção religiosa e sexual. Hoje, muitos desses dados são fornecidos ao governo, a empresas ou sites na internet pelo cidadão e, posteriormente, utilizados sem o conhecimento dele.
Assim que ficar pronto, o texto do projeto será colocado sob consulta pública na internet, para que qualquer pessoa possa dar sugestões. A ideia é encaminhar o projeto ao Congresso Nacional até o fim deste ano.
A intenção do ministério é iniciar um debate com a sociedade sobre o tema e conhecer as experiências que já foram adotadas nos outros países, nos moldes do que foi feito para elaboração da proposta do marco civil da Internet. A partir disso, o governo poderá encaminhar um projeto de lei específico para o Congresso regulamentando os limites para o uso, compilação e repasse de informações pessoais no país.
O ministério entende que há um cenário de insegurança jurídica tanto para empresas, quanto para consumidores, pelo simples fato de não existir uma legislação específica sobre o tema. O que existe hoje, segundo, explica a coordenadora-geral de Supervisão e Controle do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), Laura Schertel, são regulamentações setoriais, que não abordam de forma direta o problema da privacidade do Brasil. O assunto também é tratado de forma genérica pelo direito civil brasileiro. Países como a Argentina e o Uruguai, por exemplo, já têm legislações específicas.
Com a lei, o governo brasileiro pretende criar um marco regulatório e uma agência governamental para gerenciar o uso e a divulgação de dados como endereço pessoal, número de documento do cidadão, sua situação de crédito e até os chamados “dados sensíveis”, entre eles a opção religiosa e sexual. Hoje, muitos desses dados são fornecidos ao governo, a empresas ou sites na internet pelo cidadão e, posteriormente, utilizados sem o conhecimento dele.
Assim que ficar pronto, o texto do projeto será colocado sob consulta pública na internet, para que qualquer pessoa possa dar sugestões. A ideia é encaminhar o projeto ao Congresso Nacional até o fim deste ano.
(*) Com informações do Ministério da Justiça
Fonte:IDGNow
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